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Fonte: Conselho Nacional de Justiça

Os 27 tribunais estaduais brasileiros operam desde o dia 12 de outubro com o novo Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA). Lançada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em agosto deste ano, a plataforma possui um inédito sistema de alertas, com o qual os juízes e as corregedorias podem acompanhar todos os prazos referentes às crianças e adolescentes acolhidos e em processo de adoção, bem como de pretendentes. O objetivo é dar mais celeridade na resolução dos casos e maior controle dos processos.

Fonte : Senado Federal

A adoção é considerada uma medida de proteção à criança e ao adolescente. Muito mais que os interesses dos adultos envolvidos, é relevante se a adoção trará à criança ou adolescente a ser adotado reais vantagens para seu desenvolvimento físico, educacional, moral e espiritual. Sua finalidade é satisfazer o direito da criança e do adolescente à convivência familiar sadia, direito este previsto no artigo 227 da Constituição.

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Fonte: Agência Brasil 
Por : Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil - Brasília

O Brasil tem atualmente 4,9 mil crianças e adolescentes para a adoção. A legislação brasileira define critérios para que pessoas interessadas adotem. Cada estado apresenta sua especificidade no processo, mas alguns pontos são comuns.

O primeiro passo para quem quer adotar é procurar a Vara de Infância e Juventude (VIJ) da sua região. Lá, a pessoa obterá informações específicas sobre o processo na sua comarca. Além disso, apresentará uma lista de documentos, como cópia dos documentos pessoais – CPF, identidade, certidão de casamento ou união estável (se for o caso) –, comprovante de residência, comprovante de bons antecedentes criminais e atestado de saúde física e mental.

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Por: Claus-Peter O. Willi

A decisão por um filho por adoção, para muitos, não é exatamente fácil. Inúmeros são os motivos que levam as pessoas a ela. Trata-se realmente de questão muito íntima a ser analisada, discutida e decidida de forma ampla, seja com a companheira ou o companheiro, familiares e, no caso de pessoas solteiras, com as pessoas com as quais mantém relações de amizade e confiança.

Não posso deixar de destacar aqui a importância de profissionais da área, psicólogos e assistentes sociais, neste processo de decisão para a vida.