Fonte: Valor econômico - Por: Aline Scherer - Imagem: cottonbro

O grupo de pessoas com deficiência (PcDs) é o segundo grupo sub-representado que recebe maior foco das empresas, depois das mulheres. Mas as empresas precisam se atentar para não só atrair, mas incluir esse público

Pessoas com deficiência (PcDs) são o segundo grupo sub-representado que recebe maior foco, depois das mulheres, de acordo com um estudo da consultoria organizacional Korn Ferry, realizado com 250 empresas de diferentes setores no Brasil - 85% dizem ter acelerado iniciativas no último ano, mas apenas 14% avaliam que suas ações são muito efetivas.
Os três maiores desafios são atrair e selecionar candidatos, promover funcionários para posições sênior e identificar talentos de alto potencial.

Trata-se de uma jornada a percorrer para que a empresa se torne um ambiente em que as pessoas querem estar e que a diversidade e a inclusão (D&I) tragam resultados positivos ao negócio - para além da reputação. “Quando há ferramentas para que todos alcancem o mesmo nível dentro da empresa, eles podem ser tratados de forma igual. Eu sou cobrado como qualquer outro colega, já ouvi broncas, já fui promovido”, diz o economista Enrico Fróes Rodrigues, assessor da diretoria financeira do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Rodrigues começou sua vida profissional na IBM, e aos 42 anos concluiu duas pós-graduações, ocupou posições executivas em multinacionais de construção naval, publicou dois livros, contratou, demitiu e promoveu promoveu funcionários como gestor de equipe.