Por: Rita Ramos Cordeiro - Imagem: Divulgação

O Plano Comida na Mesa, lançado em abril de 2021 pelo Governo do Maranhão, investiu 180 milhões em ações às famílias em vulnerabilidade social no estado.

Flávio Dino, governador do Maranhão, anunciou que o plano visa minimizar os impactos econômicos para dar assistência às famílias carentes do estado.


O Plano Comida na Mesa abrange desde o início da pandemia o funcionamento de 55 Restaurantes Populares, e a ampliação de mais 10, que estão em andamento. Em média, atendendo por R$ 1,00 cada refeição, incluindo também a oferta de jantar.


Por conta da pandemia, as refeições são entregues para consumo em casa.

Ações desenvolvidas
As ações do plano abrange o apoio as 115 mil famílias que recebem vales para compras de gás de cozinha; 400 mil cestas básicas; compra da agricultura alimentar; equipamento para aumentar a produção alimentar.

A distribuição das cestas básicas começou em março de 2020, no início da pandemia da Covid-19, e mais de um ano depois, equipes do Corpo de Bombeiros seguem as entregas e milhares de pessoas já foram beneficiadas.

“O trabalho neste projeto desenvolvido pela nossa corporação vem de forma a contribuir com as ações do Governo do Estado no atendimento às populações mais vulneráveis e que mais tiveram prejuízos com o cenário da pandemia do novo coronavírus. É um meio de fortalecer as ações no enfrentamento da doença e reforçar nossa missão no cuidado com a sociedade.”, pontuou o comandante do CBMMA, coronel Célio Roberto de Araújo.


As cestas básicas do Plano Comida na Mesa são adquiridas com produtores da agricultura familiar e as distribuições são coordenadas pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar.



Beneficiados

Em mais uma etapa do Plano Comida na Mesa, um total de 50 cidades já foram alcançadas com o programa e diante do impacto da pandemia, o Governo do Maranhão criou o programa para a segurança alimentar de todos os segmentos da classe trabalhadora, e já atende setores da alimentação, turismo, eventos, beleza, transportes e trabalhadores informais como batedores de açaí, que vem sofrendo desde o início da pandemia.

O plano prevê, ainda, novos investimentos para instrumentalizar a agricultura familiar, fomentos para garantir renda aos agricultores, aumento na produção de alimentos e a sua oferta aos programas de compras institucionais, além da ampliação de ações de segurança alimentar para pessoas em situação de vulnerabilidade social.