Fonte: São Paulo para crianças - Por: Ana Luisa Bartholo - Imagem: Pixabay 

Essa não é uma pergunta incomum entre os pretendentes à adoção ou até mesmo entre os pais que acabaram de receber seus filhos, em especial quando esses são bebês. Se a criança nem vai lembrar, vou poder escolher o nome que sempre sonhei que meu (minha) filho(a) teria, certo?

Fonte: O Paraná - Imagem: Pixabay

Adoções costumam ser vistas socialmente como atos de generosidade e desprendimento. Afinal, uma criança recebe um lar, o acolhimento de pais e a segurança de um futuro melhor. Bert Hellinger tem muitas reservas em relação a esse procedimento. Suas razões estão ligadas, fundamentalmente, à convicção de que o melhor lugar de um filho é sempre junto de sua família, a começar de seus próprios pais.

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Como temos visto em nossa série sobre o Mês da Adoção, há muitos motivos que explicam a disparidade entre os números de 35 mil incritos na fila de espera por uma criança para adotar e cerca de 5 mil crianças e adolescentes que aguardam um novo lar. E um deles é o fato de muitos desses pretendentes estarem fechados à busca por um perfil de filho que simplesmente não existe no sistema.